O Brasil é sétima economia mundial, rico em petróleo, minérios, água. Porém é um pais extremamente desigual, e por conta disso, 40 milhões de são pobres, onde moram em condições inadequadas, faltam hospitais escolas e temos um dos menores índices de acesso a Universidade.
Desde de 2009, o Brasil e o mundo mergulharam numa profunda crise econômica, vária medidas de fechamento dos postos de trabalho e corte de verbas passaram a ser saída para a crise, aumentando o arrocho salarial.
O ano de 2011 começou como debate sobre o aumento do salário mínimo. Ao final, disso, o governo de Dilma concedeu um aumento de R$ 35,00. Já os deputados que recebiam gordos salários, tiveram um aumento de 62% passando 16,5 mil para 26,7.
Segundo dados Dieese, o índice do custo de vida aumentou fortemente, no Brasil, no ano de 2010. os gastos com alimentação subiram 11,95%, habitação 6,68%, educação 5,48%, saúde 5,45%, despesas pessoais 4,75% e transporte 4,25%
O governo quer acabar com a fome, mas corta R$ 50 bilhões
Vale lembrar que seu primeiro discurso, após a vitória eleitoral, Dilma anunciou que pretende acabar com a miséria no Brasil. Porém, além de dar esse aumento irrisorio ao salário minimo, cortou verbas das áreas sociais como saúde e educação, num total de R$50 bilhões.
Quanto o pagamento da dívida pública, que representa mais de 30% do orçamento do país, nenhuma medida foi tomada pelo governo. Pelo contrário, nesses primeiro meses de gestão, o governo aumentou a taxa de juros que beneficia apenas os banqueiros.
fonte: matéria do retirada do Jornal do Quilombos. DCE/UFAL - GESTÃO CORRENTEZA
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